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Padrão Gravidez: 30 perguntas e 30 respostas


ELProfesor
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Gravidez: 30 perguntas e 30 respostas

Durante a gravidez são muitas as dúvidas que invadem a futura mamã. Para resolvê-las, nada melhor do que estar bem informada.

 

 

1 - É normal que o peito cresça tanto?

 

Desde o início da gestação, o peito começa a preparar-se – lentamente – para a sua função: a amamentação. O peito aumenta o seu volume de forma considerável. Os canais galactóforos aumentam em tama-nho e em quantidade, os alvéolos crescem, e a hormona prolactina aumenta consideravelmente. No segundo trimestre o peito já se nota cheio, túrgido e começa a cobrir-se de veias azuladas e dilatadas. Os mamilos e a zona da pele que os rodeia (auréola) também sofrem modificações: aumentam o seu tamanho e adquirem uma tonalidade mais escura, especialmente nas mulheres de pele morena. Além disso, podem surgir uns pontinhos brancos na auréola, como pequenos grânulos, totalmente normais. Embora nem sempre aconteça, em algumas mulheres pode surgir uma pequena quantidade de colostro, especialmente no momento do banho com água quente ou se se estimularem os mamilos. Até final da gravidez, a sensibilidade no peito pode ficar tão intensa que até o contacto com a roupa pode tornar-se incomodativo.

 

2 - Será normal que urine tanto?

 

A micção frequente é um sintoma típico desde o primeiro ao último trimestre. A princípio, devido ao efeito da hormona da gravidez (gonadotrofina coriónica); e mais tarde, ao grande tamanho do útero, que comprime a bexiga.

 

3 - Porque me incham os pés?

 

Os edemas são muito frequentes durante o último trimestre. Devido ao seu tamanho, o útero torna-se um obstáculo ao fluxo sanguíneo de modo que a pressão interna dos vasos aumenta, o líquido acumula-se nos tecidos, e as pernas incham. Ao deitar-se, o líquido retido tende a distribuir-se pelo corpo; por isso, é normal que ao levantar-se as mãos e o rosto estejam inchados.

 

4 - Porquê a acidez?

 

A acidez é uma consequência bastante comum, que costuma surgir a partir da metade do segundo trimestre. Devido ao seu maior tamanho, o útero comprime o estômago e provoca a subida dos sucos gástricos, que irritam o esófago e causam essa desagradável sensação de queimadura. Para prevenir os episódios, convém comer repetidas vezes, não se deitar logo em seguida após o jantar, dormir com a cabeça num nível ligeiramente mais elevado, e evitar os picantes e o café.

 

5 - A que se devem as cãibras?

 

As cãibras são contracções involuntárias dos músculos. Durante a gravidez, as causas mais comuns são o excesso de peso, que se faz sentir especialmente sobre os membros inferiores que devem suportar estoicamente o peso de todo o corpo, os edemas e a carência de magnésio, cálcio e potássio. Habitualmente, apresentam-se a partir da metade da gestação, geralmente durante o sono nocturno ou logo pela manhã, ao levantar-se, e os músculos das barrigas das pernas costumam ser os mais afectados. Uma vez que a cãibra aparece, é necessário alongar o músculo gémeo, esticando a perna e flectindo o pé e os dedos em direcção ao joelho. Lembre-se que o uso de sapatos com saltos muito altos predispõe ao aparecimento de cãibras, de maneira que convém evitá-los, pelo menos durante esta altura. A toma de magnésio diminui a ocorrência de cãibras.

 

6 - Serão normais as hemorróidas?

 

Chama-se hemorróidas à dilatação das veias da região anal. Naturalmente, se a futura mamã já as tinha anteriormente, é possível que agora se agravem, mas também podem aparecer em mulheres sem antecedentes, especialmente durante o parto, devido ao esforço. As hemorróidas costumam apresentar-se com maior frequência perto do final da gestação, e às vezes – quando o quadro é severo – podem complicar-se com hemorragias e causar mal-estar ou dor, às vezes muito intensa. Para aliviar os sintomas, o médico poderá indicar – segundo o caso – algum analgésico e anti-inflamatório, em forma de creme para uso local.

 

7 - É verdade que os gatos podem contagiar-me com toxoplasmose?

 

 

Embora exista a crença de que esta doença se transmite através dos gatos, a verdade é que não precisa de ter um para correr o risco de contágio. De facto, a maioria das pessoas não tem gatos mas anticorpos contra a toxoplasmose, o que indica que alguma vez teve contacto com o parasita que a produz. Isto pode acontecer através do consumo de carne que não foi suficientemente cozinhada, ou de frutas e verduras mal lavadas, ou então durante a execução de tarefas de jardinagem nas quais se manipula a terra.

Na realidade, os gatos domésticos não costumam apresentar risco, mas sim os gatos vadios que andam na rua e estão em contacto com outros animais que podem transmitir a infecção. Não existe uma vacina contra a toxoplasmose, de modo que a melhor maneira de preveni-la é consumindo as carnes bem cozidas e as verduras bem lavadas, evitando o contacto com gatos que não pertençam à casa, e calçando luvas para executar tarefas de jardinagem. Se uma mulher grávida entra em contacto com o parasita que causa a toxoplasmose, deve receber um tratamento urgente com antibióticos, para evitar um possível aborto espontâneo ou malformações fetais sérias.

 

8 - É natural que esteja obstipada?

 

A obstipação é outros dos problemas frequentes durante as nove luas, e deve-se ao efeito das hormonas da gravidez, que atrasam o trânsito intestinal. Para preveni-la, é aconselhável consumir uma dieta rica em fibras e cereais.

 

9 - Poderei pintar o cabelo?

 

Apesar de actualmente existirem produtos muito suaves, se a mulher pinta regularmente o cabelo e está tentando engravidar ou já está grávida, recomenda-se evitar o contacto directo da tinta com a pele (pelo menos durante os primeiros três meses de gestação, para prevenir uma possível absorção do produto através do couro cabeludo. As madeixas e os reflexos são as opções mais seguras, dado que a tinta não entra em contacto com a pele.

 

10 - Poderei manter relações sexuais?

 

Apesar deste tema costumar originar inquietações e receio – especialmente ao início da gravidez – não existem impedimentos para manter relações sexuais de forma normal. E o segundo trimestre costuma ser o melhor momento, devido a que os fantasmas do aborto espontâneo já desapareceram, da mesma maneira que as náuseas e outros inconvenientes típicos dos primeiros meses. Na última parte da gravidez, devido ao volume da barriga, certamente que será necessário modificar as posições para o coito. É sempre conveniente que a mulher se coloque por cima do marido, para evitar a compressão abdominal. É normal que a vontade de manter relações sexuais diminua à medida que se aproxima a data do parto: a mulher está com o pensamento noutra coisa, muito ligada à sua barriga e ao bebé, e o marido – pela sua parte – receia causar algum dano ou provocar o parto de forma prematura. Se durante o orgasmo a barriga endurece, não deve preocupar-se, é normal que aconteça e não implica risco algum.

 

11 - Quando terei de visitar o obstetra?

 

Durante as primeiras 30 semanas de gestação, os controlos efectuam-se aproximadamente uma vez por mês. Depois, os controlos são mais frequentes (ver quadro). Nas últimas semanas, o obstetra começa a efectuar o toque vaginal para avaliar o colo uterino. Nesta etapa, os controlos ajustam-se aos antecedentes maternos: hipertensão, diabetes e cesarianas anteriores, entre outros.

 

12 - É comum sentir dores na barriga?

 

À medida que o útero aumenta de tamanho, os ligamentos que o sustêm (ligamentos redondos) começam a esticar. Esta acção produz uma dor semelhante às dores menstruais, mas não tem motivo para se preocupar, dado que se trata de um sintoma normal.

 

13 - Quantas ecografias me farão?

 

A ecografia fornece informação complementar à que o médico obtém em cada consulta de rotina, quando avalia o estado geral, a tensão arterial, a presença de edemas, a altura uterina, a colocação do bebé e os batimentos cardíacos. Três ecografias serão suficientes para existir uma visão completa da gravidez e descartar a maioria das complicações. De todas as maneiras, se o obstetra tem um ecógrafo no seu consultório e efectua um estudo em cada consulta não deve preocupar-se, dado que são completamente inócuas tanto para a mãe como para o bebé. Geralmente, a primeira ecografia realiza-se no princípio da gravidez, para confirmar se o embrião se encontra dentro do útero. Às vezes, solicita-se um segundo estudo não muito tempo depois para observar se está a crescer bem. Desta forma, é possível descartar várias patologias. Depois, por volta da semana 24 efectua-se uma nova ecografia para avaliar as características do líquido amniótico e a colocação da placenta. A seguinte costuma praticar-se às 34 ou 35 semanas, a fim de observar novamente o líquido amniótico e o desenvolvimento do bebé nos últimos dois meses. Até ao final da gestação, a indicação de novos estudos ajusta-se às necessidades de cada caso, e depende, entre outras coisas, dos movimentos do bebé e dos antecedentes familiares ou de cesarianas prévias. Também, quando a gravidez se prolonga para além da data prevista, costuma realizar-se uma ecografia para avaliar o estado do líquido amniótico e a maturidade da placenta.

 

14 - É comum sentir dores na barriga?

 

À medida que o útero aumenta de tamanho, os ligamentos que o sustêm (ligamentos redondos) começam a esticar. Esta acção produz uma dor semelhante às dores menstruais, mas não tem motivo para se preocupar, dado que se trata de um sintoma normal.

 

15 - Posso fazer actividade física?

 

Se estiverem habituadas a praticar desporto ou ginástica, as mulheres desejam continuar com as suas rotinas e costumam suportá-las sem maiores dificuldades, de maneira que não há necessidade de suspendê-las. Mas naquelas em que não estão treinadas, por outro lado, os exercícios físicos podem ser- -lhes um pouco incómodos, pelo que é preferível adiá-los para depois do parto. Durante a gravidez, a natação torna-se muito benéfica dado que permite descontrair-se na água morna e aliviar a sensação de peso excessivo.

 

16 - O que poderei fazer para aliviar as náuseas?

 

Os picantes, as comidas gordurosas, o café, as bebidas alcoólicas e o tabaco favorecem a sensação de mal-estar, de modo que convém evitá-los. Assim, vale a pena ter em atenção que os alimentos frios costumam ser melhor tolerados do que os quentes. Os jejuns prolongados também não ajudam. Por isso, o ideal é dividir a dieta em várias doses distribuídas ao longo do dia, e inclusivamente ingerir algum alimento leve em cada duas horas, para evitar que o estômago permaneça vazio. Os chicletes de menta podem tornar-se noutro bom aliado. A futura mamã poderá modificar a sua dieta introduzindo alimentos que não produzam náuseas e lhe agradem, e mudá-la quantas vezes seja necessário, segundo o seu paladar.

 

17 - É verdade que se não satisfaço um "desejo" o meu bebé nascerá com uma mancha?

 

 

Apesar da conhecida crença popular, não é verdade que os "desejos" não satisfeitos deixem sequelas no bebé. Cerca de dez por cento dos bebés nasce com manchas na pele (angiomas) que habitualmente desaparecem por si só com o tempo. Trata-se de lesões congénitas, produto de uma alteração nos vasos sanguíneos, que nada têm a ver com os morangos que a mamã não comeu durante a gravidez.

 

18 - É verdade que cada gravidez "custa um dente"?

 

Mesmo actualmente são muitas as mulheres que acreditam que cada gravidez "lhes custará um dente", devido a que o bebé absorverá o cálcio da sua dentição. No entanto, o pequenito recebe os nutrientes de que necessita através da dieta materna e não dos seus dentes. O que é verdade é que a tendência para sofrer gengivites ou hemorragias é maior durante a gestação Uma higiene correcta é a melhor maneira de eliminar a placa bacteriana e preservar a saúde dental. Quanto à consulta odontológica, é aconselhável efectuá-la o mais cedo possível para verificar o estado da boca.

 

19 - No princípio da gravidez dormia muito, mas agora já não posso. A que se deve?

 

São muitas as mulheres que durante o último trimestre não conseguem descansar bem. As causas são muitas: além de que a volumosa barriga incomoda e o bebé dá pontapés com toda a sua força (muitas vezes chegam até a acordar a mamã), a acidez do estômago e o facto de ter de se levantar várias vezes durante a noite para urinar impedem-na de dormir de uma só vez.

 

20 - Para que serve o ácido fólico?

 

O ácido fólico é uma vitamina do grupo B. Está provado que a ingestão de 1 mg. de ácido fólico diariamente, desde os três meses antes e até aos três meses depois da concepção, reduz de maneira considerável a incidência de malformações do tubo neural, como a espi-nha bífida, a mielomeningocelo e a anencefalia. Embora esta vitamina se encontre presente em vários alimentos, a quantidade costuma ser muito escassa e insuficiente para cumprir a função de prevenir os defeitos do tubo neural, de maneira que é necessário reforçá-la tomando-a na forma de medicamento.

 

21 - Porque é que o obstetra me mede a barriga em cada visita?

 

 

Entre as 18 e as 20 semanas de gestação, o útero – em constante crescimento – começa a sair da pélvis e o médico já pode tocá-lo (quando está por debaixo do umbigo é muito difícil palpá-lo). A partir deste momento é possível estimar a idade gestacional e o grau de crescimento do bebé através da medição da altura uterina. Para isso, mediante uma fita métrica seme-lhante às utilizadas na costura, toma-se a medida desde o bordo da púbis até à curva superior do útero (fundo uterino). Quando a mulher é magra, o procedimento torna-se mais simples. Nas mulheres obesas, por outro lado, a maior espessura do tecido adiposo dificulta a palpação uterina.

 

22 - Quantos quilos deverei aumentar?

 

Durante a gravidez, o peso aumenta cerca de 300 gramas por semana ao início, e 500 gramas semanais depois da segunda metade da gestação. O que quer dizer que o aumento total deveria rondar os 11 a 14 quilos. Se a mulher está muito magra e não aumenta de peso na forma esperada, deverá incorporar os suplementos necessários de maneira a não prejudicar o desenvolvimento do bebé.

 

23 - Existe alguma maneira de evitar o aparecimento de estrias?

 

As estrias consistem na ruptura das fibras cutâneas produzida pelo esticar rápido e brusco da pele. Geralmente, costumam aparecer na barriga e nos seios devido ao aumento de tamanho, e nas coxas, por acumulação de tecido gordo. Na realidade, não é muito o que pode fazer-se para preveni-las, mas um bom creme hidratante ajuda a aliviar a sensação de secura e comichão que provoca a pele esticada.

 

24 - Deverei tomar vitaminas?

 

Se a alimentação é adequada, geralmente a única coisa que é preciso fazer é tomar algum suplemento de cálcio e ferro. O consumo extra de vitaminas justifica-se unicamente quando a mulher inicia a gravidez com um peso inferior ao normal, se não se alimenta bem ou não aumenta suficientemente de peso. O cálcio cumpre uma função muito importante, tanto para a mãe como para o bebé. Por isso, se a futura mamã não está habituada a consumir leite ou produtos derivados, é necessário reforçá-lo com um suplemento que garanta as exigências diárias. De qualquer modo, é bastante comum chegar ao parto um pouco anémica, pelo que geralmente – a meio da gravidez – costuma receitar-se um suplemento multivitamínico.

 

25 - Todas as grávidas têm vómitos?

 

As náuseas e os vómitos constituem os sintomas típicos do primeiro trimestre e afectam cerca de metade das mulheres, independentemente de já terem filhos ou não. Geralmente, aparecem a partir do mês e meio de gestação e são mais frequentes pela manhã, embora possam apresentar-se em qualquer momento, especialmente quando o estômago está vazio. Felizmente, costumam terminar cerca do final do terceiro mês.

 

26 - Em que momento podem realizar-se os estudos genéticos?

 

Se a mulher o deseja, no segundo trimestre já podem efectuar-se os estudos genéticos. A biópsia de vilosidades coriais pode realizar--se a partir da semana 12 mediante uma punção abdominal, e permite analisar o corión (placenta), que tem a mesma informação genética que o bebé. A amniocentese pode fazer-se a partir da semana 16, e consiste na extracção de líquido amniótico – também mediante uma punção – para estudar as células da pele do bebé que se descamaram e se encontram a flutuar no líquido. Quanto aos estudos não invasivos, desde o início do segundo trimestre pode praticar-se a medição da translucência da nuca que, somada a uma extracção de sangue materno, indica a probabilidade de síndroma de Down. Desde a semana 16 podem efectuar--se também o Triple test, exame que não somente indica as probabilidades de síndroma de Down, como também o risco de anomalias do tubo neural.

 

27 - Porque estou tão sensível?

 

As mudanças no estado de ânimo relacionam--se com a hormona da gravidez (gonadotrofina coriónica), que vai aumentando durante a gestação. Todos os sintomas do primeiro trimestre se associam aos seus efeitos. A gonadotrofina coriónica eleva-se notavelmente ao início, para alcançar uma estabilidade e começar a diminuir a partir das semanas 14 a 16. Estas variações hormonais provocam uma série de sintomas – completamente normais – como cansaço, sonolência, hiper- -emotividade e náuseas que vão melhorando à medida que a gravidez vai progredindo. No entanto, é provável que o estado de hiper- -emotividade acompanhe a mamã durante toda a gestação, dado que se trata de uma situação nova, em que o seu corpo muda, vê--se obesa, sente-se cansada e solicitada, tanto em casa como no trabalho. Mas não perca o entusiasmo. Existem muitos recursos para vencer o mal-estar; desde a conversa com o médico até aos cursos de preparação para o parto, que ajudam a esclarecer as dúvidas e a compreender melhor o que se está a passar.

 

28 - Que vacinas me irão aplicar?

 

A única vacina que se receita durante a gravidez é a antitetânica (duas doses: uma ao quinto mês e outra ao sétimo). Alguns obstetras administram-na no decorrer do parto.

 

29 - Ecografia, transvaginal ou abdominal?

 

Existem dois tipos de estudos ecográficos: transvaginal e abdominal. Ambos se efectuam por meio de um transductor; a diferença verifica-se em que na ecografia transvaginal o dispositivo se coloca dentro da vagina (por razões de higiene cobre-se com um preservativo), enquanto que no estudo abdominal se faz deslizar sobre o ventre materno. Até às 16 ou 18 semanas, a ecografia transvaginal permite medir a cavidade uterina e é mais sensível e fidedigna que o estudo através do abdómen. Não obstante, quando por algum motivo não é possível realizá-la, efectua-se uma ecografia abdominal. Interessa destacar que a colocação do transductor dentro da vagina é completamente indolor, não causa nenhum dano ao bebé, e também não existe risco de que se rompa a bolsa.

 

30 - Quando começa a notar-se a barriga?

 

À medida que a gravidez avança, o feto vai crescendo e também o útero que o contém. Por volta da semana 15, o útero já cresceu o suficiente para exceder os limites dos ossos da pélvis, de modo que a barriga começa a tornar--se visível, e de forma mais notória quando a mulher está deitada. Quando se trata de uma mamã que vai ter o seu primeiro filho, a barriguinha demora um pouco mais a aparecer; normalmente nota-se mais depressa quando já se tiveram outros filhos. Isto deve-se a que na primeira gravidez os músculos estão mais firmes e a pele e o útero nunca se dilataram. Para compreendê-lo melhor, imaginemos o que acontece quando enchemos um balão: se é a primeira vez que o fazemos, vamos ter de fazer muita força; por outro lado, se o balão já esteve cheio, o látex já foi anteriormente dilatado e agora é mais fácil conseguir enchê-lo.

 

 

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